Implantar redes integradas de atenção à saúde é a melhor opção para enfrentar a situação de crise que o SUS está vivenciando hoje, da mesma forma que os sistemas públicos de saúde com cobertura universal da grande maioria dos países democráticos do planeta. Qualidade do atendimento questionada pelos usuários, sistemas de saúde fragmentados, aumento de custos em saúde e decorrente subfinanciamento, entre outros, são fenômenos que ameaçam o correto desenvolvimento do SUS. As redes de atenção à saúde apresentam uma estrutura operacional que se compõe de cinco elementos constitutivos: a atenção primária à saúde, os pontos de atenção secundários e terciários, ambulatoriais e hospitalares; os sistemas de apoio; os sistemas logísticos; e o sistema de governança. Esse documento centra-se na discussão dos sistemas logísticos que constituem soluções em saúde, em geral fortemente assentadas em tecnologias de informação, que propiciam uma organização racional dos fluxos e contrafluxos de pessoas, produtos e informações ao longo da atenção primária à saúde, dos pontos de atenção à saúde e dos sistemas de apoio das redes de atenção à saúde.
Índice
I PARTE INOVAÇÃO NOS SISTEMAS LOGÍSTICOS NAS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE – Resultados do Laboratório de Inovação II PARTE OS ESTUDOS DE CASO: Caso 1 – O prontuário eletrônico da secretaria municipal de saúde de Curitiba Caso 2 – O complexo regulador municipal da saúde de Guarulhos Caso 3 – O sistema estadual de transporte em saúde de Minas Gerais: o módulo de transporte eletivo
 Boa Leitura!

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