Seminário 30 anos de SUS, que SUS em 2030?

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) apresentou nesta terça-feira (27) o Relatório 30 Anos de SUS, que SUS para 2030? que reúne recomendações para a sustentabilidade do sistema de saúde, especialmente, para os próximos 12 anos quando os países vão demonstrar  se  atingiram as metas de Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, estipulada pela  Organização das Nações Unidas (ONU). Entre as preocupações da OPAS estão o efeito da crise financeira no SUS e o impacto da Emenda Constitucional n. 95 no setor saúde, que congela os investimentos federais por 20 anos. Como proposta, a OPAS defende o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, cujo legado é o exercício da cidadania por meio do SUS. O seminário continua nesta quarta-feira (28), com transmissão online via apsredes.org e no facebook @inovacaoemsaude.

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Atenção Primária e recurso adequado são essenciais para sustentabilidade do SUS

O Seminário 30 anos de SUS, que SUS para 2030?, promovido pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), discutiu durante dois dias (27 e 28/11) as conquistas do SUS e os desafios para os próximos 11 anos (até 2030), quando os países vão demonstrar se atingiram as metas de Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, estipuladas pela Organização das Nações Unidas (ONU) e ratificadas pelos países membros. O fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil para o enfrentamento de velhas e novas ameaças à saúde e a necessidade de incremento no investimento público da saúde foram as principais recomendações do Seminário, que foi estruturado a partir das análises publicadas no Relatório 30 anos de SUS, que SUS para 2030?, lançado pela OPAS.

 

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