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Seis experiências estão na segunda fase do Laboratório de Inovação sobre Participação Social na Atenção Integral à Saúde das Mulheres

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Reunião do GT do Laboratório de Inovação na sede da OPAS, em Brasília

As experiências inscritas no Laboratório de Inovações sobre a Participação Social na Atenção Integral à Saúde das Mulheres foram avaliadas em reunião do grupo de trabalho que ocorreu no dia 13 de abril, em Brasília. Formado por integrantes da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e Conselho Nacional de Saúde, o grupo de trabalho analisou as 22 inscrições recebidas no período de 6 de fevereiro a 12 de março, quando foi lançado o edital no Portal da Inovação na Gestão do SUS (www.apsredes.org). Destas 22 inscrições, foram selecionadas para a próxima etapa seis experiências de participação social que promovem o acesso à saúde de mulheres em situação vulnerável.

Na segunda fase de avaliação, os autores das seis experiências pré-selecionadas serão entrevistados, em breve, por um representante do grupo de trabalho do Laboratório de Inovação para aprofundar as informações prestadas na inscrição, conforme previsto no edital. “Estamos bem satisfeitas com esse primeiro resultado. São experiências inclusivas de atenção à saúde, especialmente, realizadas em regiões menos favorecidas”, ressalta a consultora da OPAS, Alejandra Carrillo, também coordenadora do Portal da Inovação na Gestão do SUS.

Das seis práticas selecionadas para próxima etapa, quatro são provenientes do Nordeste, uma do Norte e uma do Sudeste. São elas:

  • Práticas de Cuidado em Saúde com Trabalhadas do Sexo: extensão universitária desenvolvida pelo Núcleo de Estudos sobre Drogas da Universidade do Ceará.
  • Projeto Passo a Pássaro, da Penitenciária Feminina de Teresina, Piauí.
  • Projeto Ambulatório Trans de Sergipe Portas Abertas – Saúde Integral das pessoas Trans: cuidar e acolher, da Universidade Federal de Sergipe.
  • Projeto Barriguda, do Instituto Santos Dumont, do Rio Grande do Norte.
  • Projeto TransformaDor: parir com amor, sem violência, da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Pará.
  • Mulheres da AP2.2: Grupos de convivência, educação em saúde e geração de renda nas unidades da ESF, do Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa em APS, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro com apoio da SMS RJ.

Conferência Nacional da Saúde das Mulheres

Está prevista como a terceira etapa do Laboratório de Inovação, uma reunião presencial com todas as experiências que foram aprovadas na segunda fase de entrevista. Provavelmente esta reunião ocorrerá, em junho, concomitante com a etapa estadual da Conferência Nacional da Saúde das Mulheres, na região Nordeste, momento em que serão compartilhadas as inovações entre as participantes, integrantes do Conselho Nacional de Saúde e OPAS. O objetivo é reunir subsídios para as discussões de uma implementação mais eficaz da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Mulheres.

As práticas inovadoras finalistas do Laboratório de Inovação serão apresentadas na 2a Conferência Nacional de Saúde das Mulheres prevista para ocorrer entre 1. a 4 de agosto, em Brasília. Também serão divulgadas por meio de uma publicação técnica, intitulada Navegador SUS, de autoria e organização da OPAS e do CNS. Além disso, as experiências selecionadas também serão publicadas pelos veículos de comunicação do CNS (http://conselho.saude.gov.br/), da OPAS (http://www.paho.org/bra/) e do Portal da Inovação na Gestão do SUS – Redes e APS http://www.apsredes.org).

Veja o edital

Por Vanessa Borges

Portal da Inovação na Gestão do SUS

 

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