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Representantes da autogestão em saúde conhecem o Laboratório de Inovação em Saúde Suplementar

17/04/2013 – O Laboratório de Inovação em Saúde Suplementar, desenvolvido pela Opas e pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, foi apresentado durante o 4º Seminário Unidas – União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde, encerrado no dia 16 de abril, em Brasília. “O foco do Laboratório são os programas de promoção da saúde e prevenção de risco e doença desenvolvidos pelo segmento privado. A autogestão tem um potencial inovador quando integra as ações da medicina ocupacional com as de promoção e prevenção de doenças. Uma força motriz para melhorar o nível de saúde das pessoas”, enfatizou o coordenador do Laboratório, Alberto Ogata. A Unidas é uma entidade sem fins lucrativos, que representa o segmento de autogestão em saúde no Brasil, que cobre mais de 5 milhões de beneficiários atendidos por programas próprios de assistência à saúde administrados por instituições e empresas privadas.

A missão do Laboratório foi apresentada pela consultora técnica da Opas Brasil, Elisandréa Kemper. “A produção de evidência a partir de práticas e soluções inovadoras desenvolvidas por profissionais de saúde e gestores a problemas comuns é o foco dos laboratórios”, afirmou. A gerente-geral de Regulação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Martha Oliveira, disse que entre as atividades do Laboratório está a tradução e a validação da metodologia desenvolvida pelo Center for Disease Control and Prevention para avaliação de programas de promoção e prevenção, particularmente no ambiente de trabalho. “A ANS vai adotar essa metodologia para avaliar os programas de promoção e prevenção aprovados pela Agência. Estamos fomentando, por meio do Laboratório, discussões entre várias operadoras de saúde visando qualificar o serviço oferecido”, explicou Martha.

Cases – Dois programas de promoção da saúde e de prevenção de risco e doenças foram apresentados aos participantes do 4º Seminário Unidas: da Companhia de Energia Elétrica do Paraná, por meio da Fundação Copel, por Luiz Henrique Furlan, médico responsável técnico do plano de saúde; e da Vale, por Fernando Coelho, gerente de saúde corporativa. A primeira, com foco nas pessoas com doenças crônicas, será acompanhada pelo Laboratório de Inovação. “Apenas 1,5% da carteira corresponde a 25% do custo assistencial. Estamos falando das 600 pessoas com doenças crônicas”, explicou Furlan. Já o programa da Vale, que cobre cerca de 210 mil pessoas, está integrando as ações de promoção e prevenção com as atividades da saúde ocupacional e da assistência médica. “É um desafio que a Vale está enfrentando para melhorar as condições de saúde de seus trabalhadores”, assegurou Fernando Coelho.

Veja as apresentações:

Fundação Copel

Vale do Rio Doce

Por Vanessa Borges, para o Portal da Inovação em Saúde

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