• Em reconhecimento ao sacrifício e dedicação de milhões de trabalhadores de saúde, os participantes da 73ª Assembleia Mundial da Saúde, que ocorre virtualmente em Genebra, anunciaram 2021 como o Ano Internacional dos Trabalhadores de Saúde e Cuidadores.
  • Os profissionais de saúde têm um papel fundamental em assegurar saúde e bem-estar para a população. E, neste ano, eles têm demonstrado dedicação, sacrifício e compromisso extremos não só para fazer este trabalho, mas também para vencer a pandemia da COVID-19.

 

Os trabalhadores de saúde têm um papel fundamental em assegurar saúde e bem-estar para a população.

Em reconhecimento ao sacrifício e dedicação de milhões de trabalhadores de saúde, os participantes da 73ª Assembleia Mundial da Saúde, que ocorre virtualmente em Genebra, anunciaram 2021 como o Ano Internacional dos Trabalhadores de Saúde e Cuidadores.

Os profissionais de saúde têm um papel fundamental em assegurar saúde e bem-estar para a população. Este ano, eles têm demonstrado dedicação, sacrifício e compromisso extremos não só para fazer este trabalho, mas também para vencer a pandemia da COVID-19.

Para os integrantes do evento, é preciso responder aos desafios enfrentados pelos profissionais e urgência criada pela crise global do novo coronavírus.

O encontro também discutiu o aumento da migração de trabalhadores internacionais de saúde como parte do aniversário e revisão do Código Global da OMS de Prática sobre Recrutamento Internacional do Pessoal de Saúde (Code).

Em todo o mundo, a COVID-19 já contaminou mais de 51 milhões de pessoas causando pelo menos 1,2 milhão de mortes. As Américas é uma das regiões mais afetadas e notificaram somente na semana passada 150 mil novos casos.

Numa entrevista a jornalistas, nesta quarta-feira (11), o vice-diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o médico brasileiro Jarbas Barbosa, informou que o número de contaminações tem crescido na região. Os Estados Unidos continuam registrando novas infecções e devem ultrapassar os 10 milhões de casos.

Ameaça

Na América do Sul: Chile, Paraguai e Uruguai conseguiram achatar a curva de contaminação. Mesmo assim, o vírus continua uma ameaça.  A OPAS disse que vários países da Europa, que passam por uma segunda onda de contaminação, devem servir de exemplo para as nações latino-americanas e caribenhas.

O vice-diretor da OPAS voltou a afirmar que para controlar o vírus é preciso manter o sistema de vigilância que detectam as altas nos casos da COVID-19 e as medidas de prevenção como uso de máscaras, distanciamento social, medidas de higiene e outros protocolos.

Isolamento

O médico informou que a maioria dos países do Caribe também estão combatendo o vírus de maneira adequada. No início da semana, a OPAS anunciou o envio de novos testes rápidos da COVID-19 nas Américas.

Ao todo, foram 190 mil novas provas para diagnóstico rápido. Os testes foram doados a quatro países: Equador, El Salvador, Honduras e Suriname.  Os suprimentos partiram do estoque da OPAS no Panamá.

Perigo

Com a passagem do furacão Eta pela América Central, o sistema de saúde de Honduras sofreu um grande baque colocando em perigo o combate à pandemia.

A chefe da OPAS, Carissa Etienne, disse que os testes vão ajudar trabalhadores de saúde que lideram a luta contra a COVID-19 para melhor gerenciar o isolamento de pacientes.

A líder da agência acredita que se forem distribuídos, maciçamente através da região, esses testes devem ajudar a transformar a resposta da região à COVID-19.

Esses exames são parte do Acelerador (ACT) da OMS para criar acesso a vacinas, tratamentos e terapias contra a COVID-19.

 

 

fonte: brasil.un.org

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