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ENFERMAGEM E FERIDAS DE DIFICIL CICATRIZAÇÃO: da atenção individual a linha de cuidado para o coletivo

Tema do relato:
Enfermagem no contexto das Redes de Atenção à Saúde/do SUS

Sua experiência está relacionada a que área:
Atenção em saúde

Instituição onde a experiência se desenvolve/desenvolveu (serviço/instituição)
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO AMAPÁ

Autor(es) Principal
CECÍLIA RAFAELA SALLES FERREIRA
Autor(es)
FRACINEIDE PEREIRA DA SILVA PENA
Walter de souza tavares
Alex Carlos silva da silva
Aglen Alber de Moraes Damascen
Silvana Vedovelli
Anderson rodrigues ribeiro
Lucas dos santos da costa
Lucas silva lambert
Kaila correa santos
Beatriz Guitton Renaud Baptista de Oliveira
Ananda Larisse Bezerra da Silva
Emilia nazaré menezes ribeiro pimentel
Nayani costa de melo

Situação atual da experiência
Em estágio avançado de execução

Data de início da experiência
2019-01-01

As feridas crônicas são um sério problema de saúde pública por acarretarem prejuízo para integridade física, emocional e qualidade de vida das pessoas. Estas lesões, geralmente, ocorrem associadas a doenças crônicas tais como: diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica, canceres, hanseníase, doenças vasculares e problemas neurológicos, tornando-se frequentes com o envelhecimento da população. São lesões caracterizadas por perda extensa do tegumento que não cicatrizam espontaneamente aproximadamente em até seis semanas. Uma ferida crônica requer cuidados específicos diários e o registro subsequente a fim de verificar a evolução durante o processo de cicatrização. Assim é necessário que o profissional tenha conhecimento técnico para tratamento da lesão. A escassez de dados relacionados à pacientes com feridas crônicas, para um panorama mundial desta temática, é um impasse encontrado, no qual se faz necessário mais estudos nessa área, a fim de que novas pesquisas e propostas para o cuidar do paciente com alguma comorbidade, possa ser realizada e que se obtenha resultados positivos para uma melhor qualidade de vida desse indivíduo. No Brasil, a ferida crônica tornou-se um problema de saúde pública, devido ao grande impacto que causa na vida da pessoa e nos sistemas de saúde. A perda da autoestima, em decorrência dos diversos fatores que englobam o período longo de tratamento e curativos, a dor, a qualidade de sono prejudicado, a inaptidão para o trabalho e até mesmo a vergonha e o constrangimento para se relacionar com outras pessoas, coloca risco à saúde mental (WAIDMAN et al., 2011). As FC apresentam prevalência conforme condições e etiologias e podem afetar grande número de pessoas com diferentes graus de gravidade (VIEIRA; ARAÚJO, 2018). Desta forma, o trabalho voltado a pessoas com FC, envolve a integração de uma equipe multiprofissional. Todavia, o cuidado e maior contato diariamente, são da equipe de enfermagem, cujo serviço é regulamentado pela resolução do Conselho Federal de Enfermagem – COFEN nº 567/2018.

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