APSREDES

Reeducação Alimentar atraves da Agricultura Participatica Agroecologico

Autores do relato:

Nora Hauswirth tururucine@gmail.com +5588993065238

Antonio Emerson da Silva aefs.3034@gmail.com (92) 99409 2142

Contextualização

Com o movimento Arte e Escola atuamos na área da reeducação alimentar com vivencias na floresta chamados Agricultura Participativa, onde as pessoas plantam, colhem e cozinham os próprios alimentos com Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC).

Justificativa

A agricultura atual é marcada pelo modelo de monocultura industrial exportador, que resultou em várias regiões no deslocamento dos moradores, aumento do êxodo rural, o que aumenta também a dependência da sociedade em relação aos produtos industriais. Tendo em vista que, a longo prazo, as matérias-primas necessárias para a produção mundial de alimentos não mais estarão à disposição em quantidade suficiente. Na Amazônia, a floresta ainda faz parte da paisagem natural. É ela que produz oxigênio, alimentos, bebidas, madeira e renda com o extrativismo dos seus produtos. Porém, alimentos industrializados, como o óleo de soja, arroz branco, tomate, cebola, entre outros, dominam a culinária local e têm um impacto negativo na saúde. Apesar da intensa redução da desnutrição em crianças, as deficiências de micronutrientes e a desnutrição crônica ainda prevalecem em grupos vulneráveis. As PANC é algo que permite o debate do movimento agroecológico, tomando como paradigma a evolução do regionalismo culinário e o recente cenário que aponta problemas do desenraizamento culinário atual, incluindo a globalização, desuso e esquecimento de diversas plantas na alimentação, contextualizado com a gastronomia que depende substancialmente da agricultura, comidas simples e inovações de forma com que as pessoas descobrissem a riqueza e sabor do conceito PANC.

Objetivo

Um dos objetivos principais é divulgar o conceito PANC (Plantas Alimentícias Não Convencionais) tomando como paradigma a evolução do regionalismo culinário e o recente cenário que aponta problemas do desenraizamento culinário atual, incluindo a globalização, a formação da culinária regional, pressupostos políticos, culturais, científico e a valorização do conceito como valor cultural e turístico. Ao longo prazo, avisamos a universalização da agroecologia e incentivar a produção de alimentos de forma sustentável através da promoção de culturas desconhecidas e esquecidas da biodiversidade cultural amazônica. Isso permite uma nova percepção que contribua para resgatar e trazer hábitos saudáveis de alimentação. A produção orgânica e agroecológica é a maior contrapartida ambiental desse projeto, minimizando o uso de agrotóxicos e manejos intensivos.

Metodologia

Através de vivencias pratica lúdicos e mini-aulas teoréticas fazer a agricultura mais atrativo.

Atores envolvidos (institucionais e/ou coletivos)

MUSA e movimento Arte e Escola na Floresta

Estratégias

As pessoas foram convidados pelos redes sociais com fotografias de comida e plantas bonitas para uma vivencia na natureza.

Resultados alcançados

50 pessoas com conhecimento básico sobre como plantar e consumir PANC Uso de PANC no dia dia

Considerações finais

Aprender com mâos, cabeça e coração, e o contato com a natureza que cura.