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Atenção Básica de Teresina é destaque nacional e alvo de pesquisa da OPAS e ABRASCO

Ascom/FMS

Ascom/FMS

Teresina atingiu cobertura assistencial de 100% pela Estratégia de Saúde da Família e tem desenvolvido estratégias que fortalecem a Atenção Básica, considerada a principal porta de entrada do SUS. A constatação foi feita por pesquisadores da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) e Organização Pan-americana de Saúde (OPAS). Eles realizaram estudo e mostraram os resultados às equipes da Fundação Municipal de Saúde (FMS), nesta terça-feira (05).

Durante a apresentação, os pesquisadores observaram ainda que o fortalecimento da Atenção Básica em Teresina impactou positivamente em indicadores de saúde, como a diminuição da mortalidade infantil e da desnutrição. Houve também melhorias nas estruturas físicas das Unidades Básicas de Saúde (UBS), avanços no processo de capacitação permanente dos servidores e registro de investimento na informatização para otimizar os serviços desses locais.

O presidente da FMS, Charles Silveira, conta que Atenção Básica está entre as prioridades de sua gestão. “Estamos construindo e reformando Unidades de Saúde e, recentemente, iniciamos projeto para proporcionar humanização aos atendimentos. Agora, iremos ampliar o horário de atendimento para o turno da noite em algumas Unidades. Sabemos que a Atenção Básica fortalecida traz reflexos positivos a todos os níveis da assistência”, comenta.

Luís Augusto Fachini, coordenador da rede de pesquisa em atenção primária da ABRASCO, explica que ao longo do ano a equipe de pesquisadores conheceu detalhadamente a rede básica de saúde de Teresina, além do Laboratório Raul Bacelar, Centro de Saúde Lineu Araújo e maternidades. “Foi muito positivo o conjunto de ações realizadas no município e a nossa expectativa é vislumbrar avanços para o trabalho desenvolvido em Teresina, que já é de alta qualidade no contexto nacional”, explica.

Ele ressaltou que em Teresina há mecanismos para garantir a universalização da Atenção Básica, ou seja, o acesso de todos às Unidades Básicas de Saúde. “Outro destaque importante é o plano de cargo, carreira e salários, que organizou a rede de servidores públicos municipais estatutários vinculados ao município. O laboratório Raul Bacelar também é uma maravilha e realiza, com eficiência e agilidade, milhares de exames para as unidades de saúde”.

Para Renato Tasca, coordenador de sistema e serviço de saúde da Organização Pan-Americana de Saúde. “Teresina tem a capacidade de dar alta cobertura (da Atenção Básica) aliada a uma boa satisfação do usuário, em um contexto de população grande, vulnerável, no estado do Nordeste, umas das regiões menos favorecidas do Brasil. O sistema da capital, então, não tem só a capacidade de resolver uma demanda de saúde, mas a capacidade de resolver a uma situação de desigualdade e vulnerabilidade”.

Renato Tasca também explica que o trabalho em Teresina foi desenvolvido por três pesquisadores conhecidos internacionalmente: Ligia Giovanella, Patyy Fidelis de Almeida e Luís Augusto Fachini. “Ainda este ano o estudo, que também engloba informações de Porto Alegre e do Distrito Federal, será publicado e divulgado em meios acadêmicos e na imprensa. Espero que constitua mais um avanço importante para fornecer aos gestores elementos para resolver alguns problemas e desafios encontrados no SUS”, finaliza.

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PRÊMIO APS FORTE PARA O SUS – ACESSO UNIVERSAL

Todas as experiências aprovadas pelo comitê técnico, as recomendadas para o Prêmio (135), as finalistas e as ganhadoras estão na publicação eletrônica editada pelo Ministério da Saúde e OPAS, chamada NavegadorSUS, lançada na cerimônia.

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Prêmio APS Forte – Experiências de Abaetetuba (PA), Jaraguá do Sul (SC) e da comunidade do Salgueiro (RJ) são premiadas pela OPAS e Ministério da Saúde

As experiências de Jaraguá do Sul (Santa Catarina), Abaetetuba (Pará) e da comunidade do Salgueiro (Rio de Janeiro) são as ganhadoras do Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal, promovido pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e pelo Ministério da Saúde. A cerimônia de reconhecimento ocorreu nesta terça-feira (29/10), em Brasília, e reuniu além das ganhadoras, as oito práticas finalistas, autoridades, gestores das três esferas do Sistema Único de Saúde (SUS), profissionais de saúde, pesquisadores e jurados da iniciativa. O Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal , que foi lançado em abril deste ano, teve como objetivo valorizar e promover iniciativas adotadas por profissionais que transformaram seu tempo e conhecimento em estratégias para ampliar o acesso à APS, porta de entrada do SUS. Os autores das 11 experiências finalistas farão uma viagem de estudo internacional, no primeiro semestre de 2020, para conhecer o serviço de saúde de Andaluzia, a maior comunidade autônoma da Espanha. O Serviço Andaluz de Saúde está inserido no Sistema Nacional de Saúde da Espanha, público e universal. “A principio as três experiências ganhadoras iriam para Espanha, mas atendendo ao pedido do Conass e do Conasems nós vamos mandar todos os representantes das 11 práticas para esta viagem de estudo”, adiantou Erno Harzheim, secretário da SAPS, do Ministério da Saúde. “Ainda queremos replicar anualmente essa iniciativa, nesta primeira edição abordamos o tema de Acesso. Nossa preocupação principal são as pessoas. E se essas pessoas não acessam o sistema, não temos elas participando pela porta que organiza o atendimento, que é a Atenção Primária”, ressalta Harzheim.

Mesa de abertura com representantes do Conasems, Mauro Junqueira, OPAS, Renato Tasca, Ministério da Saúde, Erno Harzheim, e o secretário de Saúde do Distrito Federal, Osnei Okumoto

“As experiências ganhadoras refletem a necessidade das pessoas por uma APS que não olhe só para indivíduo, para a doença, mas que cuide da comunidade como um todo, prestando atenção ao contexto na qual as pessoas vivem, trabalham e adoecem. Uma APS de qualidade, forte, se preocupa em atuar sobre os determinantes sociais da doença e não só com a assistência clínica. Outra mensagem que podemos tirar dos casos ganhadores é a necessidade de uma atenção interdisciplinar que vai além do papel do médico, valorizando a ação de outros profissionais que compõem a equipe de Saúde da Família, como por exemplo os enfermeiros e os agentes comunitários”, ressalta o coordenador da Unidade Técnica de Sistemas e Serviços de Saúde da OPAS no Brasil, Renato Tasca. Quase 1,3 mil participantes inscreveram suas experiências no concurso. A seguir o nome e os autores das três iniciativas vencedoras:
  • Menina do Laço de Fita: a ternura como essência, a luta como princípio e o empoderamento como estratégia para a cidadania (Abaetetuba/Pará). Autores: Kellen da Costa Barbosa, Laurindo Campos de Lima e Maria Lucilene Ribeiro das Chagas. Veja o vídeo
  • Papel do Protocolo da Enfermagem no Processo de Acolhimento e Primeira Consulta para zerar as filas na Atenção Primária em Saúde (Jaraguá do Sul/Santa Catarina). Autores: Silvia Regina Curty Bonatto, Priscila Sttefani e Rosana Mara da Silva Veja o vídeo 
  • Os desafios da implementação de ações em Promoção de Saúde no cenário escolar: relato de experiência de um Grupo de Crianças no Salgueiro (Rio de Janeiro/Rio de Janeiro). Autores: Daniel Trindade Araujo do Espirito Santo, Helena Fernandes Ferraz e Victoria Mey Carmo Pereira Veja o vídeo 
As oito experiências finalistas são:
  • Produzindo inclusão da população ribeirinha pelas ações da Unidade Básica de Saúde Fluvial (Tefé/Amazonas).
  • Estratégias de acesso aos grupos prioritários nas campanhas de vacinação contra a Influenza no municípios de Mombaça-CE: primeiro lugar no ranking do Estado (Mombaça/Ceará).
  • Programa Corujão da Saúde (Doresópolis/Minas Gerais).
  • Implantação do laboratório de inovação as condições crônicas (Santo Antônio do Monte/Minas Gerais).
  • Reabilitação na Atenção Primária: a classificação de risco como ferramenta na garantia de equidade na assistência. (Senador Canedo/Goiás).
  • Teleoftalmologia como Estratégia de Atenção Integral à Saúde Ocular junto aos Médicos e Pacientes da Rede de Atenção Primária à Saúde do Rio Grande do Sul: Projeto Olhar Gaúcho (Rio Grande do Sul).
  • Fixando o Médico de Família no Cenário de Formação: uma Prática Exitosa de Residência Descentralizada sob Gestão Estadual (Florianópolis/Santa Catarina).
  • Formas de reorganização dos processos de trabalho para a ampliação do acesso na Atenção Primária á Saúde (São Paulo/São Paulo).
Todos os autores das 11 experiências receberam um certificado da OPAS e do Ministério da Saúde atestando a prática como exitosa. Seleção das experiências Os vencedores foram escolhidos por um time de jurados especiais, como a colunista da Folha de S. Paulo, Claudia Collucci, a radialista da Rádio Nacional, Mara Régia, a repórter do Estadão, Lígia Formenti, o médico Dráuzio Varella e os jornalistas Luiz Fara Monteiro (TV Record), Alan Ferreira (TV Globo), Chico Pinheiro (TV Globo) e Lise Alves (colaboradora da revista The Lancet). Conheça o time de jurados especiais da premiação.   Os três ganhadores foram selecionados entre onze experiências bem-sucedidas que chegaram à reta final da apuração. Das quase 1,3 mil inscrições recebidas para o Prêmio APS Forte, 946 ações foram indicadas por um comitê técnico formado por representantes do Ministério da Saúde, OPAS, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Conselho Nacional de Saúde e outras instituições do setor. Todas as experiências aprovadas pelo comitê técnico, as recomendadas para o Prêmio (135), as finalistas e as ganhadoras estão na publicação eletrônica editada pelo Ministério da Saúde e OPAS, chamada NavegadorSUS, lançada na cerimônia. Acesse a publicação do Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal Além disso, as três experiências ganhadoras serão analisadas em profundidade e sistematizadas por pesquisadores em estudo de caso a ser publicado no primeiro semestre de 2020, na publicação científica APS em Revista, editada pela Rede de Pesquisa em APS da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). Visite o site do Prêmio – www.apsredes.org          

FOTOS

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Divulgadas as onze finalistas do prêmio APS Forte

Jurados especiais decidirão as três experiências que melhor expressam ações que ampliam o acesso à Atenção Primária à Saúde (APS), porta de entrada do SUS

Comitê técnico integrado por representantes do Ministério da Saúde (MS), da Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil (OPAS BRA) e mais instituições do setor selecionaram, nas últimas semanas, as onze (11) experiências finalistas do Prêmio APS Forte: Acesso Universal. Além das entidades, fazem parte do comitê os conselhos nacionais de secretarias municipais e de secretários de Saúde (Conasems e Conass) e o Conselho Nacional de Saúde (CNS).

Práticas das cinco regiões brasileiras foram escolhidas para a reta final da apuração que levará três (3) vencedores para conhecerem uma experiência internacional de rede de atenção à saúde focado na Atenção Primária à Saúde (APS). O objetivo do prêmio é valorizar, sistematizar e divulgar experiências que ampliam o acesso do cidadão ao Sistema Único de Saúde (SUS).

As experiências estão em análise desde segunda-feira (23) por um time de jurados especiais que tem a missão de julgar as finalistas sob a perspectiva do usuário. Fazem parte do grupo a colunista Claudia Collucci (Folha S. Paulo), a radialista Mara Régia (Rádio Nacional), a repórter Lígia Formenti (Estadão), o médico Drauzio Varella e os jornalistas Luiz Fara Monteiro (TV Record), Alan Ferreira, Chico Pinheiro (TV Globo) e Lise Alves (colaboradora da revista The Lancet).

O resultado final será divulgado em evento a ser realizado no dia 29 de outubro, na OPAS, em Brasília.

Conheça as 11 experiências finalistas aqui.

 

Divulgação

Um total de 1.294 estratégias adotadas por trabalhadores da APS para melhorar a saúde da população brasileira foram registradas no site do Prêmio APS Forte. Delas, 946 foram aprovadas na primeira fase de seleção sendo que 135 foram indicadas para o prêmio, antes da seleção das 11 práticas finalistas.

A análise técnica das experiências inscritas ficou a cargo de um grupo de trabalho composto por gestores, profissionais de saúde, acadêmicos, especialistas nacionais e internacionais, convidados da Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde (Saps/MS) e da OPAS Brasil.

As experiências aprovadas pelos jurados técnicos (946); as recomendadas para o prêmio (135); e as finalistas (11) vão compor uma publicação técnica eletrônica editada pela OPAS e Ministério da Saúde, chamada NavegadorSUS. As três práticas vencedoras estarão, ainda, sistematizadas no livro em formato de estudos de caso.

Fonte – Ascom SAPS/Portal da Inovação

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Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal

Em Abril, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) no Brasil e a Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS) do Ministério da Saúde lançaram o Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal. O objetivo é valorizar, sistematizar e divulgar experiências que ampliam o acesso do cidadão ao Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da Atenção Primária à Saúde, e também homenagear os 25 anos da Estratégia Saúde da Família (ESF) no país, um programa que democratizou o acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS) no território nacional.

A OPAS/OMS entende que fortalecer a APS no país é a estratégica central para a sustentabilidade do SUS. As mais robustas evidências apontam que um sistema de saúde orientado pela APS é mais equânime e custo-efetivo. Desta forma, a Organização e o Ministério da Saúde lançaram a iniciativa para identificar, dar visibilidade, reconhecer e promover iniciativas municipais, estaduais e/ou regionais que tenham como foco a melhoria da APS.

O Prêmio recebeu 1.294 inscrições, sendo que 135 foram recomendadas para premiação, 811 foram aprovadas e apenas 348 foram excluídas por não atenderam aos critérios de participação.

O mapa abaixo apresenta as 135 experiências recomendadas para o Prêmio, que pode ser navegado por Estado.

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Ministério da Saúde e OPAS divulgam o resultado preliminar do Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal

Das 1.294 experiências inscritas no Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal, 135 foram aprovadas na primeira etapa de avaliação e seguem na iniciativa. A partir agora, será formada uma nova comissão de avaliadores técnicos que indicará, dentre as 135 experiências, as práticas recomendadas para o Prêmio.

A metodologia adotada na primeira etapa de seleção permitiu que cada experiência fosse analisada por pelo menos dois avaliadores e aquelas que receberam dois pareceres favoráveis seguiram para a segunda fase de seleção, conforme previsto no edital. As 135 experiências selecionadas contemplam todas as Regiões do país. O Sudeste participa com 52 experiências, seguido pela Região Sul com 41 experiências, o Nordeste com 24, Norte e Centro-Oeste com nove experiências cada uma. A maioria das experiências foi inscrita por Equipes de Saúde da Família (54%), por secretarias municipais de saúde (38%) e por coordenação ou gerências de Atenção Básica municipal (14%). Os autores das 135 experiências selecionadas serão notificados via email pela Comissão Organizadora e deverão enviar um resumo mais detalhado, com registro de fotos e vídeos, sobre a prática.

Na primeira etapa foram observadas informações sobre o contexto da experiência, as atividades realizadas, os resultados alcançados, a inovação, entre outros pontos. Para dar conta da demanda, o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) convidaram, além dos gerentes, técnicos e consultores de ambas as instituições, representantes de diversas instituições parceiras, como o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), a Rede de Pesquisa em Atenção Primária à Saúde/APS da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), a Associação Brasileira de Enfermagem em Família e Comunidade do Distrito Federal (Abefaco-DF), a Fiocruz Brasília e pesquisadores convidados da Universidade de São Paulo e da Universidade de Brasília. Ao todo, 30 avaliadores fizeram parte desta etapa de seleção do Prêmio.

As experiências aprovadas por apenas um avaliador na primeira fase de seleção, que somaram 811 práticas, serão divulgadas no Portal da Inovação na Gestão do SUS (apsredes.org) e publicadas na edição especial da Série Técnica NavegadorSUS, editada pela OPAS no Brasil e Ministério da Saúde, com destaque para os autores. Apenas 348 experiências foram excluídas por não atender aos critérios de participação do edital.

Avaliação final

As experiências que se destacarem na segunda fase serão analisadas por time de jurados especiais, integrado pelo médico Dráuzio Varella e os jornalistas Claudia Collucci, Mara Régia, Lígia Formenti, Lise Alves, Chico Pinheiro, Luiz Fara Monteiro e Alan Ferreira. As três primeiras colocadas serão conhecidas em outubro e os autores ganharam uma viagem de estudo internacional em um país em que a rede de atenção à saúde é centrada na Atenção Primária à Saúde, a ser indicada pela OPAS/OMS.

O Prêmio APS Forte para o SUS é uma iniciativa da OPAS e da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS) do Ministério da Saúde. O objetivo é valorizar, sistematizar e divulgar experiências que ampliam o acesso do cidadão ao Sistema Único de Saúde (SUS). O Prêmio contempla sete eixos, são eles:
– Adequação das estruturas e processos dos serviços de saúde para ampliar o acesso, como: ampliação e flexibilização de horários de atendimento, flexibilização de agendas, acesso avançado;
– Uso das Tecnologias da Informação e Comunicação, para ampliar o acesso, a exemplo de: formas inovadoras de comunicação entre a equipe e a comunidade, marcação não presencial de consultas, estratégias de telessaúde/telemedicina;
– Estratégias inovadoras para ampliação da cobertura da Estratégia de Saúde da Família;
– Estratégias inovadoras de acesso que culminaram em aumento da cobertura vacinal;
– Novas formas de contratualização público-público ou público-privada da Estratégia de Saúde da Família que aumentaram o acesso da população;
– Estratégias de provisão e fixação de profissionais e estruturas em áreas remotas e/ou de vulnerabilidade, com ampliação do acesso;
– Iniciativas de ampliação do acesso da população às ações e/ou às atividades de promoção da saúde.

Confira a lista com as 135 experiências selecionadas que seguem no Prêmio APS Forte para o SUS.

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Avaliadores afinam critérios para analisar as experiências do Prêmio APS Forte para o SUS

Cerca de 30 avaliadores do Prêmio APS Forte para o SUS se reuniram, nesta quinta-feira (11/07), na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), em Brasília, para dividir as experiências entre si e para afinar o entendimento do instrumento que será utilizado na análise das 1.294 práticas inscritas. A iniciativa é promovida pela OPAS e pela Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS), do Ministério da Saúde, com o objetivo de valorizar, sistematizar e divulgar experiências que ampliam o acesso do cidadão ao Sistema Único de Saúde (SUS).

As experiências foram subdivididas em 25 temáticas observando os sete eixos previstos no edital. Nesta fase, cada relato será analisado por dois examinadores que indicarão as práticas que vão seguir para a próxima etapa. Os critérios de análise também foram discutidos entre o grupo para que todos tenham o mesmo parâmetro. São consideradas informações sobre o contexto da experiência, desenvolvimento das atividades, resultados alcançados, entre outros pontos. Em agosto, os organizadores terão as experiências aprovadas nesta fase.

Para a assessora da Coordenação da Gestão de Garantia dos Atributos da Atenção Primária à Saúde (APS), do Ministério da Saúde, Melquie da Cunha Lima, o Prêmio permite uma observação privilegiada da política. “É uma oportunidade de ter acesso ao que os gestores e os profissionais de saúde estão desenvolvendo na ponta do serviço. A gente vai olhar para essas experiências e pensar de forma diferenciada quando formular e conduzir as políticas públicas que são de responsabilidade do Ministério da Saúde. Como avaliador, a gente precisa tomar cuidado para não excluir experiências positivas e alinhadas aos atributos da APS. É desafiador porque o volume é grande, mas prazeroso porque vimos que temos muitas equipes empenhadas em fazer a diferença na APS”, acredita Melquie Lima.

Para a consultora técnica do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Márcia Pinheiro, é mais uma oportunidade para as equipes dos municípios apresentarem sua criatividade. “A gestão está sempre muito mergulhada em fazer a gestão e atender as necessidades de saúde da população do município e faz isso de forma muito criativa. A gente percebe que essas pessoas não têm muito tempo e nem tinham, até então, muito estímulo pra contar o que fazem. Mas com a Mostra do Conasems, que este ano trouxe 500 experiências entre 4.000 participantes, com este tipo de Prêmio da OPAS e por meio de outros espaços, os gestores e suas equipes estão estimulados e mais encorajados para contar o que fazem. Aqui a gente está fazendo uma seleção baseada no relato escrito. Mas na Mostra do Conasems tivemos a apresentação pessoal onde cada experiência contou e teve a oportunidade de conhecer a prática do outro. É muito interessante”, aponta Pinheiro.

“Esperamos que as experiências inovadoras identificadas a partir deste Prêmio sejam compartilhadas pelo país inteiro. O processo de avaliação está sendo muito interessante pelas instituições que estão participando e pelo movimento que gera. Agora o Conselho Nacional de Saúde (CNS) precisa entender o resultado deste processo pois todas as políticas são aprovadas pelo Conselho, então a gente terá a oportunidade de ver como as políticas estão sendo implementadas na ponta, por meio do relato dessas experiências”, comenta Suetônio Queiroz, consultor do Conselho Nacional de Saúde.

Também integra o grupo de avaliadores, representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), da Rede de Pesquisa em APS da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), da Associação Brasileira de Enfermagem em Família e Comunidade do Distrito Federal (Abefaco-DF), da Fiocruz Brasília e pesquisadores convidados da Universidade de São Paulo e da Universidade de Brasília, além dos consultores e coordenadores da OPAS e do corpo gerencial e técnico da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS) do Ministério da Saúde.

Saiba mais em apsredes.org

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Mil motivos para apoiar uma APS Forte para o SUS: balanço das inscrições do Prêmio

Foram mais de mil, precisamente 1.294 experiências que se candidataram ao Prêmio APS Forte para o SUS, promovido pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) no Brasil e pelo Ministério da Saúde. A participação maciça de equipes do Sistema Único de Saúde (SUS) de todos os cantos do Brasil confirma a relevância de priorizar o acesso, tema central deste Prêmio. Observa-se claramente que as equipes têm vitalidade e não poupam esforços para aproximar os serviços do SUS às pessoas e às comunidades, visando concretizar o direito constitucional à saúde.

Dos excelentes resultados de participação aflora um “exército” de equipes de atenção primária entusiasmadas e comprometidas pelo SUS, e não apesar do SUS. Esta importante adesão manda um claro recado aos que afirmam que o SUS é um projeto perdedor, sem futuro. O alto número de inscrições confirma a proatividade e propensão para a inovação dos profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) do SUS, contrariando o difuso preconceito que rotula pejorativamente os funcionários públicos no Brasil.

As experiências apresentadas são provas concretas dos contínuos esforços das equipes de APS para inovar nas práticas de saúde e ampliar o acesso aos serviços. Observa-se que criatividade, determinação e compromisso permeiam o dia a dia destas personas, derrubando a imagem de entidade ineficiente e inerte que alguns atribuem injustamente ao SUS.

As 1.294 práticas que se candidataram ao Prêmio indicam um amplo leque de caminhos para o fortalecimento da APS, que podem gerar importantes economias para o SUS e melhores resultados de saúde para a população. A Secretaria de Atenção Primária da Saúde do Ministério da Saúde, parceira do Prêmio junto à OPAS, poderá utilizar os conhecimentos inovadores embutidos nos casos apresentados para desenhar políticas concretas de fortalecimento da APS.

Estamos agradecidos para sempre às 1.294 equipes que aceitaram o desafio de mostrar com orgulho o próprio trabalho em prol de um sistema de saúde equitativo, contemporâneo e de qualidade. Gostaríamos que os casos premiados fossem 1.294, e não apenas três. Mesmo assim, hoje é um dia feliz: temos mais mil motivos para apoiar uma APS Forte para o SUS.

*Por Renato Tasca, coordenador da Unidade Técnica de Sistemas e Serviços da OPAS Brasil

Participação expressiva

Todos os Estados do país e o Distrito Federal mandaram experiências para o Prêmio APS Forte para o SUS. São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais foram os mais participativos, com 208, 152 e 149 inscrições respectivamente. A maior parte das inscrições é proveniente de equipes de Saúde da Família (533), seguida por representantes de secretarias municipais de saúde (247) e outros tipos (183), como inscrições individuais e de outros equipamentos públicos, como UBS, escolas e unidades prisionais e por outras estruturas de gestão, como consórcios regionais. Outro dado interessante mostra que a maioria das experiências (75%) está em andamento ou em estágio avançado de execução.

Sobre a temática das experiências, mais da metade delas (732) foram inscritas na linha sobre iniciativas de ampliação de acesso da população às ações e/ou às atividades de promoção da saúde. A segunda linha mais concorrida foi a que se refere à adequação das estruturas e processos dos serviços de saúde com vistas à ampliação do acesso (254). Porém, há a possibilidade de ocorrer uma reclassificação das experiências por parte dos avaliadores.

Os próximos passos

O grupo de avaliadores técnicos do Prêmio APS Forte para o SUS se reunirá no próximo dia 26 de junho para validar o método de análise das experiências consideradas admissíveis aos critérios de participação previstos no edital.

Em julho e agosto, será o momento em que as experiências estarão em análise pelos avaliadores técnicos para que até o dia 30 de agosto, seja divulgada a lista com as práticas aprovadas nesta primeira etapa de avaliação. Todas que passarem nesta etapa receberão uma menção de honra das instituições promotoras da iniciativa e vão constar na publicação técnica sobre o Prêmio.

Em setembro, serão divulgadas as experiências finalistas, que serão sistematizadas no livro, e as três práticas vencedoras do Prêmio. Está prevista ainda para setembro a realização da cerimônia de premiação, em Brasília.

Colaboração: Vanessa Borges e Wellington Carvalho

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Conheça o time de jurados especiais do Prêmio APS Forte: acesso universal

A Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil (OPAS) no Brasil convidou um time de jurados especiais para escolher as três primeiras colocadas do Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal. Formado por comunicadores, o grupo terá a missão de analisar as experiências finalistas sob a perspectiva do usuário. Claudia Collucci, Mara Régia, Lígia Formenti, Lise Alves, Chico Pinheiro, Drauzio Varella, Luiz Fara Monteiro e Alan Ferreira são os colaboradores que vão participar da iniciativa. (Saiba mais sobre os jurados)

“Nós queremos que a escolha final venha dos jurados comunicadores que terão o desafio de analisar as experiências finalistas pensando no usuário, que ao procurar a Atenção Primária consegue o atendimento adequado às suas necessidades”, explica o coordenador da Unidade Técnica de Sistemas e Serviços de Saúde da OPAS no Brasil, Renato Tasca.

O Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal visa reconhecer, dar visibilidade e premiar experiências exitosas que tenham ampliado o acesso dos usuários aos serviços e às ações desenvolvidas pela Atenção Primária à Saúde (APS), a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS).

Avaliação técnica – A análise técnica das experiências inscritas ficará a cargo de um grupo de trabalho composto por gestores, profissionais de saúde, acadêmicos, especialistas nacionais e internacionais, convidados pela OPAS e pelo Ministério da Saúde. Este grupo escolherá as experiências finalistas, que seguirão para a avaliação dos jurados especiais. Os autores (máximo de 3 pessoas) das três melhores experiências, escolhidos pelos jurados especiais, ganharão uma viagem de estudo para conhecer uma prática internacional de organização de rede de atenção à saúde centrada na APS.

Ainda como parte da premiação, todas as experiências bem avaliadas pela comissão técnica terão destaque em uma publicação da OPAS/OMS, sendo que as práticas finalistas estarão sistematizadas no livro no formato de estudos de caso.

As inscrições do Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal vão até o dia 15 de junho e podem participar profissionais de saúde de equipes de Saúde da Família, de coordenações de Atenção Básica regionais ou municipais e de secretarias estaduais e municipais de saúde.

Nesta edição serão reconhecidas experiências organizadas a partir das seguintes linhas temáticas:

  1. Adequação das estruturas e processos dos serviços de saúde para ampliar o acesso, como: ampliação e flexibilização de horários de atendimento, flexibilização de agendas, acesso avançado;
  2. Uso das Tecnologias da Informação e Comunicação, para ampliar o acesso, a exemplo de: formas inovadoras de comunicação entre a equipe e a comunidade, marcação não presencial de consultas, estratégias de telessaúde/telemedicina;
  3. Estratégias inovadoras para ampliação da cobertura da Estratégia de Saúde da Família;
  4. Estratégias inovadoras de acesso que culminaram em aumento da cobertura vacinal;
  5. Novas formas de contratualização público-público ou público-privada da Estratégia de Saúde da Família que aumentaram o acesso da população;
  6. Estratégias de provisão e fixação de profissionais e estruturas em áreas remotas e/ou de vulnerabilidade, com ampliação do acesso;
  7. Iniciativas de ampliação do acesso da população às ações e/ou às atividades de promoção da saúde.

A divulgação do resultado está prevista para o fim de setembro deste ano.

Acesse o edital e o formulário de inscrição

As dúvidas devem ser encaminhadas para o email: premioapsforte@gmail.com

 

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Experiências aprovadas no “Prêmio APS Forte” serão divulgadas em publicação da OPAS/OMS

Por meio do Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal, a Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil (OPAS) no Brasil e o Ministério da Saúde visam reconhecer, dar visibilidade e premiar experiências exitosas que tenham ampliado o acesso dos usuários aos serviços e às ações desenvolvidas pela Atenção Primária à Saúde (APS), a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). “Além de reconhecermos o trabalho e a dedicação dos profissionais de saúde, teremos um panorama das iniciativas que estão sendo realizadas na APS em todo país”, explica o coordenador da Unidade Técnica de Sistemas e Serviços de Saúde da OPAS/OMS no Brasil, Renato Tasca.

Como parte da premiação, todas as experiências aprovadas pelos jurados técnicos serão listadas em uma publicação técnica da OPAS/OMS, sendo que as práticas finalistas estarão sistematizadas no livro. Os autores (máximo de 3 pessoas) das três melhores experiências participarão de uma viagem de estudo para conhecer uma prática  internacional de organização de rede de atenção à saúde centrada na APS.

As inscrições do Prêmio APS Forte para o SUS: Acesso Universal vão até o dia 15 de junho e podem participar profissionais de saúde de equipes de Saúde da Família, de coordenações de Atenção Básica regionais ou municipais e de secretarias estaduais e municipaís de saúde.

Nesta edição serão reconhecidas experiências organizadas a partir das seguintes linhas temáticas:

  1. Adequação das estruturas e processos dos serviços de saúde para ampliar o acesso, como: ampliação e flexibilização de horários de atendimento, flexibilização de agendas, acesso avançado;
  2. Uso das Tecnologias da Informação e Comunicação, para ampliar o acesso, a exemplo de: formas inovadoras de comunicação entre a equipe e a comunidade, marcação não presencial de consultas, estratégias de telessaúde/telemedicina;
  3. Estratégias inovadoras para ampliação da cobertura da Estratégia de Saúde da Família;
  4. Estratégias inovadoras de acesso que culminaram em aumento da cobertura vacinal;
  5. Novas formas de contratualização público-público ou público-privada da Estratégia de Saúde da Família que aumentaram o acesso da população;
  6. Estratégias de provisão e fixação de profissionais e estruturas em áreas remotas e/ou de vulnerabilidade, com ampliação do acesso;
  7. Iniciativas de ampliação do acesso da população às ações e/ou às atividades de promoção da saúde.

A divulgação do resultado está prevista para o fim de setembro deste ano.

Acesse o edital: https://apsredes.org/premio-aps-forte/

Acesse o formulário: http://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=46760

As dúvidas devem ser encaminhadas para o email: premioapsforte@gmail.com